domingo, 18 de julho de 2010

acordar

levantei a minha cabeça, olhei pela janela e vi. vi a cidade branca. uma luz que não esqueço. aquele enquadramento, aquela cidade matinal cuja luz entrou pela porta de vidro, atravessando a cortina pendurada graças a flexibilidade rupestre do pau. com a porta aberta para a cidade, o capacete lembrava-me onde estava.

mergulhei com essa luz e esse riso, deixei por momentos a vontade de falar.

Acordei a rir.

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