levantei a minha cabeça, olhei pela janela e vi. vi a cidade branca. uma luz que não esqueço. aquele enquadramento, aquela cidade matinal cuja luz entrou pela porta de vidro, atravessando a cortina pendurada graças a flexibilidade rupestre do pau. com a porta aberta para a cidade, o capacete lembrava-me onde estava.
mergulhei com essa luz e esse riso, deixei por momentos a vontade de falar.
Acordei a rir.
Sem comentários:
Enviar um comentário