na porta da entrada, para o segundo sonho.
ela era sereia, desnuda nadou na placa de mercúrio com -até- o pôr de sol, que se tornou prata ao luar. nesse banho viu a bola cor de laranja, virou-lhe costas e encontrou a lua cheia, meia incolor, tornando-se sol da noite: - boa noite sol. - bom dia lua; disse a sereia.
Que sombra mais a preto e branco em cores, a sombra dela era platina! viamos o nosso império. tudo branco, prata, laranja, azul, mercurio, verde.
mergulho de olhos abertos e viu o ultimo raiar do sol. mergulho de olhos, verdes, abertos e sentiu a lua.
a sereia dançou no mar.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
tocam as badaladas, o barbeiro recolhe o toldo -ainda com uma manivela solta, ferrugenta- e o eléctrico passa. a respiração não é a dela. entra. vem descendo o corredor do electrico, dançando -esquivando-se dos turistas, e dos locais sentados, outros em pé- até à janela traseira, a porta que lhe permitiu olhar Lisboa de frente para trás, ver a cidade afastar-se, como a viu sair no taxi, depois sonhou.
sonhou com uma janela e um lustre iluminado refletidos na porta de entrada.
sonhou com uma janela e um lustre iluminado refletidos na porta de entrada.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
há coisas que não entendo, outras que me fascinam. explicas-me?
golfinhos no mar, pulgas na areia, e eu no meio. vi esse peixes e quis dançar, mas essa bola de peso empedia-me de sorrir, tinha um tornado dentro de mim, la gueule de bois. quando mergulhei, fi-lo com receio de os incomodar, os bichos pretos que por ali passaram.
irrtas-me mas fico feliz.
golfinhos no mar, pulgas na areia, e eu no meio. vi esse peixes e quis dançar, mas essa bola de peso empedia-me de sorrir, tinha um tornado dentro de mim, la gueule de bois. quando mergulhei, fi-lo com receio de os incomodar, os bichos pretos que por ali passaram.
irrtas-me mas fico feliz.
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