segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

pipeline completo pela manhã

hoje o céu cortou a vista. Lisboa acabava no delinear daquelas palmeiras. o limite de lisboa. atrás da névoa, adivinhei o castelo, o convento, as colinas. o Tejo era nuvem. as tágides apagavam-se cada uma a seu tempo. devagarinho. depois, aquele mito (de inverno), o sol, entrou de fato laranja a cor de rosado por mim a dentro. e fui para trás desta torre de onde lanço atiro as minhas tranças rapunzel

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011