hoje o céu cortou a vista. Lisboa acabava no delinear daquelas palmeiras. o limite de lisboa. atrás da névoa, adivinhei o castelo, o convento, as colinas. o Tejo era nuvem. as tágides apagavam-se cada uma a seu tempo. devagarinho. depois, aquele mito (de inverno), o sol, entrou de fato laranja a cor de rosado por mim a dentro. e fui
para trás desta torre de onde lanço atiro as minhas tranças rapunzel
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