quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

É lua cheia!

Uma certa Flor lembrou-me quão é importante a dança e quanto me faz feliz.
À Catarina

Com a passagem de ano sinto me velha. Nas amizades sinto-me velha, sinto-me nova.
A dança é eterna. Bailo, e sinto-me!

Bailo de um ano para o outro, balanço os anos passados e os que virão.
Entre cada ano, dentro de cada ano, uma memória se esquece, outra vem connosco.
Danço entre cada ano, pensando.
A melhor dança é aquela do milésimo de segundo, como o raio verde do pôr do sol. Que só os que querem, desejam muito o vêm. Aquelo momento no espaço e no tempo que não nos encontrámos nem em 200x nem em 200y, mas no limite de cada ano.
Sem ainda lá ter chegado, sem nunca chegar.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Sono
Rêve
Sommeil
Sonho

Je toux, je bloque. JE.
Laissez ce personnage de la première personne du singulier, j'en ai marre.
Marre, Mare, Mar, Amar. Amemos.
Rêvons ensemble. Construisons un rêve.
Nous-Je. Même chose?
La différence est où rêve pour qui.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Não gosta da idade.
Está grande!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

http://operariosdonatal.com.sapo.pt/menu.html

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Porque críamos ilusões?
Para depois nos desiludirem?
Para depois desiludirmos?

A magia é essencial, mas a ilusão é dispensável.
Caí na real.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

We do not inherit the earth from our ancestors, we borrow it from our children. Kenyan Proverb

A la question de Jean-Marie Pelt : "Quelle Terre allons-nous laisser à nos enfants?", Pierre Rabhi répond par une autre question : "Quels enfants allons-nous laisser à notre Terre ?"

Les amoreiras sont moches
La nature est belle
Et moi je t'aime.

Sous le platane
Aux feuilles jeunes
Je sens le froid.

Au matin calme
Le soleil est caché
Par l'hiver froid.

Les feuilles jaunes survolent
Les hirondelles émigrent
Et l'amour reste em moi.

Outono 2005

Carga d'água

Levantamo-nos, sinto uma gota. Uma gota pesada, gorda. Dou um passo, enfrentamos o largo.
Não sabíamos nós, que com aquela gota viriam muitas mais, cem, mil, milhões, bilhões, jusqu'à l'infini. As gotas do nosso choro, da nossa alegria, dos nossos olhos.
Foi divertido. Encharcada, com as botas a taconear, senti-me acolhida.
A chegada do 790, uma menina fazia caretas à janela.
Essa menina era ela, por quem esperavamos para dar beijinho.
Um livro me deu. Não é um que se dá, por dar. Livro com areia, com vida, tem uma ou várias histórias, significados.
La Dedicace, le sable, t'es belle.
São!

domingo, 20 de dezembro de 2009

I'VE GOT NOTHING TO SAY

Natal

São os amigos!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

A Morte e a Menina, Schiele
- Obrigada, obrigada. Deus lhe pague!
Diz a senhora ao motorista do autocarro, ao entrar já ele tinha fechado as portas.
Foi Deus que lhe abriu a porta? Não. Foi o motorista. Quem é Deus para pagar ao motorista?
Porque raio haveria Deus pagar ao motorista. Motorista foi simpatico.
Hoje, quando alguém é simpático, é automaticamente um santo que deve ter tudo de bom.
Porquê?!
As pessoas acham que a simpatia é algo que se pague, não! A simpatia é um estado de espírito. Não temos obrigação de ser sempre simpáticos.
Deus me pague por ser simpática quando me apetece.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Omniscência!
Stai sempre presente cui.
In tre righe della mane sinistra.
|||.
In sentimenti, emozione... in ogni penelatta della mia storia, in ogni scorcio della mia danza.
Te voglio bene.

'Vengo anch'io! No, tu no!
Vengo anch'io! No, tu no!
Vengo anch'io! No, Tu no!
Ma perchè? Perchè no!'
Io voglio che tu vieni,
perchè si!
Ma non riesco a guardarte,
Per questo sei omniscente!

de um filho, para uma poeta

"E Ela Dança

Às vezes, quando a casa estava adormecida à noite, ela dançava pela sala fora, tal qual como escreveu ("bailarina fui mas nunca bailei"). Às vezes, convencia-se que havia ladrões em casa e acordava-me do sono para espreitar debaixo da minha cama, e às vezes havia ladrões a sério, com cara de assassinos e crachá da PIDE, que chegavam pela alvorada do dia, mas verdadeiramente ela não tinha medo dos ladrões nem dos esbirros do "velho abutre": só tinha medo de fantasmas.

Naquela casa, aprendemos cedo duas coisas sobre a poesia. A primeira, era que os poetas eram todos uns personagens extraordinários, que apareciam a horas imprevistas e diziam coisas surpreendentes. De todos, o mais fantástico era o Ruy Cinatti, que nos convenceu que era o nosso irmão mais velho, regressado de outra vida em Timor e que esteve à beira de conseguir transformar-nos em guerrilheiros contra a precária disciplina familiar. Vinham e iam constantemente poetas tristes ou alegres, cerimoniosos ou tumultuosos e até um, o Ruy Belo, que me levava à Luz ver o Benfica e jogava futebol comigo no jardim.

A segunda coisa sobre poesia que aprendemos é que a poesia é para ser dita e para ser escutada: é oral, não cabe nos livros. Eu não sabia nada de aritmética, nem de botânica ou mineralogia mas, aos dez anos, já tinha aprendido, de ouvido, a recitar sonetos de Shakespeare em inglês do século XVI, ou o "Erl König", do Goethe, em alemão. E quando ela trouxe para casa um disco com poemas do Lorca recitados em espanhol pela Germaine Montero, ouvi-o tantas, tantas vezes, que fiquei a saber de cor o imenso "Llanto por Ignácio Sanchez Mejia". À mesa, entre a sopa e o prato principal, dentro de um automóvel a caminho do sul ou na missa das sete da tarde na Igreja da Graça, de repente ela começava a recitar poesia com a mesma naturalidade com que os outros falavam de coisas triviais ou respondiam em latim ao "orate, frates!" do padre. Às vezes, naquele terror que as crianças têm que os pais pareçam estranhos em público, apetecia enfiarmo-nos pelo chão abaixo quando, à mesa de um café no Chiado, ou numa loja, em plenas compras de Natal, ou caminhando connosco pela rua de mãos dadas (por vezes, distraída, perdia-nos), ela começava a recitar poesia em voz alta, como se o mundo inteiro à sua volta lhe fosse de repente absolutamente alheio. Um dia, no eléctrico a caminho de casa, ela fixou-se num letreiro, por cima de uma janela, que rezava assim: "se alguma janela o incomoda, peça ao condutor que a feche." E então, no meio daquele silêncio envergonhado dos passageiros,. que fingem não ver e não se ouvir uns aos outros, ecoou a voz dela, clara e silabada, recitando um poema: "se alguma janela o incomoda, peça ao condutor que a feche e que nunca mais a abra."

A mim, todavia, ensinou-me o mais importante de tudo: ensinou-me a olhar. Ensinou-me a olhar para as coisas e para as pessoas, ensinou-me a olhar para o tempo, para a noite, para as manhãs. Ensinou-me a abrir os olhos no mar, debaixo de água, para perceber a consistência das rochas, das algas, da areia, de cada gota de água. Ensinou-me a olhar longamente, eternamente, cada pedra da Piazza Navone, em Roma, sentados num café, escutando o silêncio da passagem do tempo. Fez-me mergulhador e viajante, ensinou-me que só o olhar não mente e que todo o real é verdadeiro. Quem ler com atenção, verá que esta é a moral que atravessa toda a sua escrita.

A outra lição decisiva foi a da liberdade. Não só a liberdade física, não só a liberdade na luta pela justiça, "num sítio tão imperfeito como o mundo", mas ainda a liberdade na busca de um caminho próprio onde as coisas tenham uma ética e façam sentido e, acima de tudo, a liberdade da nossa própria solidão. Prémios, condecorações, homenagens, são-lhe de tal forma alheios que ninguém mais o entende. Dêem-lhe, sim, silêncio e tempo, manhãs como a "manhã da praça de Lagos" e noites com "jardins invadidos de luar". E ela dançará. Ao longo das sílabas dos poemas, como dançava na minha infância."

(de uma mãe para uma filha)
Em parte sei o que é o alivio.
Desabafar.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ho una debolezza!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Não queiram fazer poesia com a voz,
poesia é o que se sente.

Ó Magia Que Tiras Os Pecados do Mundo

et c'était bien... je l'attends, pourtant j'y crois.
o vento na arte e na vida não é fetiche, será mais uma evidencia, e qualquer coisa sempre mágica, pois não se vê, sente-se. Se é que a magia tem lugar de existência!

Magia, inesperado, dança,
vida.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Sonhos

«Nunca desistas de nada por ninguém.
Primeiro está a nossa vida e o nosso caminho.... os nossos sonhos. Assim estaremos em harmonia com tudo e todos a nossa volta.
Por isso não deves ter medo de nada e seguir sempre o que sentes que deves e queres fazer.»

Muito Obrigada pela lição querida Tia Andreia. Um exemplo a seguir, os meus tios, tia Andreia e tio Brune.
Tios não de sangue mas de espirito e coração. No verão temos destas lições mais frequentemente, é pena só no verão. Mas é isso que faz do verão em S. P. o melhor. Percebemos que apesar da distância, às vezes de lados opostos do mundo, não acaba com a nossa relação. Orgulho-me muito dos meus tios, do nosso relacionamento. Se os chateamos em demasia, dizem-nos. Se há alguma coisa que acham que nos devem dizer, dizem-nos. Somos francos. Somos verdadeiros. E é disso que falta nos relacionamentos hoje em dia, confiança. Verdade. Respeito.
- Meninas, já são horas de ir para a caminha.
Tenho saudades. A 1ª coisa que penso ao chegar a S. P.: os tios?
E eles aparecem. Estão cá para as suas sobrinhas CMC.

Obrigada aos dois.

"l'endourcissement au pêcher traîne une mort funèste"

La parole donne la vie au théâtre. Par le simple fait d'évoquer, les personnages sont vifs sur scènes.
C'est du a cela que j'évoque les personnes qui me manquent; ou alors je les lis, soit par l'écriture soit par l'image.

L'image peut être lu, comme l'expression d'un visage singulier. On lit entre les lignes, au sens propre et figuré.
" Intus ut libet, foris moris est." (" À l'intérieur, comme il te plaît, à l'extérieur, selon la coutume. ") L'hypocrisie. Celle-ci est facilement identifiable, si on connait bien le type de personne, mais elle peut être confondu avec le manque de confiance en soi.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Bu!
ou será
Bou!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009


Olhos,
Que olhos verdes.
Vejo neles trabalho. Não são olhos surpresos, não são olhos jovens.
São olhos atentos, tímidos, talvez cansados, mas felizes por ali estarem.

Há noutros olhos uma alegria enorme, inesperada, sem explicação. Puxando-os para o sorriso, para a dança. Apesar do cansaço, meia hora de dança, sorrisos e risos ninguém os deteve. Sem nunca a esquecer; esses olhos já não se lembravam o que era esta alegria.
Agora depois de dançarem, descansam.
Adormecem com um suspiro de contentamento.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Adeus
de Eugénio de Andrade

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas me estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disso: as palavras estão gastas.

Adeus.
Parabéns Valente!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Numeros numeros numeros
1181281761599197134128156
Como nos agarramos a eles, deixemo-nos disso.
Pessoas pessoas pessoas
J M S I B C M R
Como nos agarramos a elas, deixemo-nos disso.
Agarremo-nos à Dança que tem de tudo: pessoas, numeros, tempos, nomes, alegrias, e tristezas.

domingo, 6 de dezembro de 2009

NÃO SIM SIM NÃO
ACABOU
!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Quem luta pode nem sempre ganhar, mas quem não luta perde sempre! Por isso vamos a isso, lutar pela nossa felicidade, por nós e pelos outros.

Precisamos de lutar para que o inesperado não nos surpreenda.
A surpresa é boa, o inesperado também se os encararmos de frente e percebermos o sucedido. Às vezes não há explicação, o inexplicável poderá ser bom, faz nos reflectir e aprender.
A saudade é tudo isto, mais a esperança. Um elo entre o passado e o futuro. Tal como a amizade, que é o sentimento mais forte do ser humano.
A amizade é inesperada, inexplicável e saudosa. Há pessoas que reconhecemos à 1ª, pessoas com quem embirramos e percebemos que afinal são maravilhosas. Pessoas que não nos lembramos como se tornaram amigas. Pessoas com quem construímos uma amizade. Pessoas que sem saber se tornam nossas amigas. Pessoas de quem temos medo, e se tornam das pessoas mais importantes das nossas vidas, e desaparecem por não conseguirmos manter a amizade como sempre idealisamos, mas que continuam a ter um significado enorme nas nossas danças. Pessoas que nos desiludem. Pessoas com quem tentamos manter uma amizade, mas que não dá ou que deixa de ser a mesma coisa, depois de nos magoarem muito. Pessoas que foram nossas amigas, das 1ªs, por algum motivo deixamos de nos falar, e agora a amizade falou mais alto.
A vida não é como a queremos, mas podemos aproveitar e fazer com que ela nos agrade.

Não podemos controlar as nossas amizades, como controlamos a hora a que comemos, e as amizades são como a dança, a vida. A dança liberta-nos, muda-nos. É inesperada!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Somos uns previligiados, eu pelo menos sou.
Tenho a sorte de poder ir ao teatro, e agora poder fazer parte dele. Embora ja sentisse que fizesse parte dessa grande familia que é a Cornucopia.

Aqui vai um excerto de uma entrevista, feita pela Inês de Medeiros ao Luis Miguel Cintra, que me fez ver e perceber que sou uma previligiada;

"Imagina alguém a retomar um dia a Cornucopia?
Não. Muitas pessoas me falam na questão dos "herdeiros". "Quem é que vai continuar quando tu e a Cristina estiverem velhos e ja não aguentarem?" Mas a Cornucopia não tem de continuar. Ja teve uma existência muito longa para o que é normal nas companhias. Quando um de nos ja não aguentar, o outro continua. E quando os dois ja não aguentarem, acaba. E não ha problema nenhum nisso. O que é preciso é que apareçam outras. As coisas têm uma determinada existência e depois têm de morrer para que surjam outras.

[...]

Tipo de trabalho que fazemos exige liberdade e confiança entre as pessoas. (...) Seja qual for o método, é sempre de dentro para fora e nunca de fora para dentro."

Esta ultima parte do excerto que publico, resume o que vou aprendendo ao longo da minha dança, ao longo desta minha experiência.



PS: Este texto foi escrito num teclado francês, dai a falta de acentos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


Que tarde!

Belos dias passei nesta semana! Aprendi muito!
história da caçadora de pérolas e o mergulhador de apneia:

Os dois vencemos um
bicho chamado
CANÇÃO

Portanto entre nós (será)
a dança

In AH BRUTA FLOR
Maio 2009

Elegance is an attitude

Aos 12 anos,

"Chateia-te crescer?
Não tenho medo de crescer, mas quero crescer devagarinho.

Consegues ser corajosa de vez em quando?
Agora já etsou a conseguir dizer a verdade às minhas amigas, e eu acho que isso é corajoso.

Alguma vez pensaste que as outras pessoas podiam saber o que te ia na cabeça?
Por isso é que prefiro contar, prefiro ser eu a dizer em vez de as pessoas entrarem na minha cabeça.

Às vezes penso assim: já fui um gato, noutra vida. Pressinto-o. A C. pensa que já foi outro ser também, mas qual? « Quando morrer posso virar relva, ou uma flor (hoje acrescento, lua). Toda a gente diz que as flores não pensam, e que as latas também não pensam... as latas não pensam? Eu sei que as latas não são seres vivos, mas mesmo assim eu acho que pensam... ou que sentem qualquer coisa... Quando não consigo acabar o prato fico com pena da comida, e penso que a comida não deve querer ficar sozinha no caixote...» Nunca falou com as plantas, mas pensa que elas comunicam. «Aqueles desenhos animados que mostram as flores com olhos... acho que isso é a verdade, porque as flores também sentem e sentir é ver coisas!(hoje digo, ver é sentir, amar)»"

"se amar é sentir, se sentir é chamar, então a pedra também amou, ao sentir a mão tocar..."

Muito do que sou, é adquirido dos outros, e isso transmite-se na minha dança e na minha escrita.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Que dia.
Ouvir fado num táxi, enquanto penso na minha fadista, é do melhor.
Conversar com o Sr taxista sobre fado, e o destino que este tem nas mãos deste nosso tão pequenino pais, que tanto gosto. Portugal pequeno em km2, tem mentalidade pequena que isso sim é pequeno e mau.

We have to be openminded, é dificil, eu que o diga, mas se não for assim podemos ter certeza que nao evoluimos como quis Darwin.
Dites, la jeune belle,
Où voulez-vous aller?
La voile...

On the Serpentine,
Oh my Caroline...
Oh!

Oh! laisse-toi donc aimer, oh! l'amour c'est la vie!
Alivio!
Depois de 3h a falar sobre um belo poema.

Dormante

Toi ma dormeuse mon ombreuse ma rêveuse
ma gisante aux pieds nus sur le sable mouillé
toi ma songeuse mon heureuse ma nageuse
ma lointaine aux yeux clos mon sommeillant oeillet

distraite comme nuage et fraîche comme pluie
trompeuse comme l'eau légère comme vent
toi ma berceuse mon souci mon jour et ma nuit
toi que j'attends toi qui te perds et me surprends

la vague en chuchotant glisse dans ton sommeil
te flaire et vient lécher tes jambes étonnées
ton corps abandonné respire le soleil
couleur de tes cheveux ruisselants et dénoués

mon oublieuse ma paresseuse ma dormeuse
toi qui me trompes avec le vent avec la mer
avec le sable et la matin ma capricieuse
ma brûlante aux bras frais mon étoile légère

je t'attends je t'attends je guette ton retour
et le premier regard où je vois émerger
Eurydice aux pieds nus à la clarté du jour
dans cette enfant qui dort sur la plage allongée

Claude Roy,(1943) Clair comme le jour



Hello darlingsables,
I hope you're not too wet!
As you'll see, the table is set.
  • Use the microwave to heat the chicken (thoroughly)
  • Light the gas under both saucepans at the sametime. There's salt on the broccoli. But only put salt in the rice saucepan when the water boils and then add the rice.
  • The rice usually takes about 8 mins try a few grains, drain it and then put back in the saucepan OR do it your way?
XXXXXXX
love you loads

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Au lieu de stresser, il vaut mieux jouer sur la simplicité.
Il peut être de mon esprit scientifique, il peut être de mon signe, mais l'exactitude est présente dans ma danse.
Simplicidade: nome feminino
1.qualidade do que é simples
2.naturalidade
3.singeleza
4.facilidade
5.figurado ingenuidade, credulidade, candura
6.figurado franqueza
(Do lat. simplicitáte-, «id.»)

Aqui começa uma viagem, na vespera de Lua Cheia.
Leio e leio belezas, inspiro-me, e começo de cabeça erguida esta viagem.
Terá um bom resultado? Veremos.

Viver é dançar, dançar é viver.
Dançar perto de quem se gosta, torna tudo mais alegre, mais feliz. 
Ver dançar, ver a vida dançar na roda viva com os nervos à flor da pele, começo esta viagem.

Obrigada G pelo seu poema:
L'île
Puis-je te comparer à un trésor?
Quand je vois tes boucles d'or!
Et tes yeux d'un bleu qu' j'adore.

Quand on s'aime sans aucune pudeur
Tu m'emmènes à une île pleine d'odeurs
Et de saveurs et de fruits si exotiques

Oh que j'aime notre plenitude erotique
Et quand tu me quittes quel suplice!
Seul le souvenir de toi persiste...