Olhos,
Que olhos verdes.
Vejo neles trabalho. Não são olhos surpresos, não são olhos jovens.
São olhos atentos, tímidos, talvez cansados, mas felizes por ali estarem.
Há noutros olhos uma alegria enorme, inesperada, sem explicação. Puxando-os para o sorriso, para a dança. Apesar do cansaço, meia hora de dança, sorrisos e risos ninguém os deteve. Sem nunca a esquecer; esses olhos já não se lembravam o que era esta alegria.
Agora depois de dançarem, descansam.
Adormecem com um suspiro de contentamento.
"que importa o mundo se há mundos lá dentro do teu olhar!"
ResponderEliminar