segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

a bailarina pensou que não quer que se olhe para um passo de dança e que o identifiquem com a própria, criatura dançante. ela aproveitava, este que seria o último natal enquanto bailarina não responsável dos seus pequeninos e delicados pés; até que outra proprietária de outros minusculos pés a fez sentir como umas sapatilhas usadas, com outra dança, vida. experiente. Com sua delicada, pequenina mão, e a sua voz aguda de menina ainda pequenina, disse à bailarina: - Não é essa! não sabes, essa é da tua altura! a bailarina sentiu que devia ter respondido: altura? a altura de pontas?  dos meus olhos?
com isto, a criatura dançante viu que há muito tempo que é responsavél pelos seus passos por mais frágeis! mais uns anos, L. serás tu também grande, mas aquele sumo será sempre nosso! és a criatura dançante! obrigada pelo abraço com os teus olhos neste teu dia, parabéns! afilhada és! filha sou! filha és! afilhada sou!

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