Não sabíamos nós, que com aquela gota viriam muitas mais, cem, mil, milhões, bilhões, jusqu'à l'infini. As gotas do nosso choro, da nossa alegria, dos nossos olhos.
Foi divertido. Encharcada, com as botas a taconear, senti-me acolhida.
A chegada do 790, uma menina fazia caretas à janela.
Essa menina era ela, por quem esperavamos para dar beijinho.
Um livro me deu. Não é um que se dá, por dar. Livro com areia, com vida, tem uma ou várias histórias, significados.
La Dedicace, le sable, t'es belle.
São!
Tarde/noite memorável! Já sinto que é Natal... não te sabe a liberdade? It feels like home to me (everywhere I go)... That's what x-mas brings us!
ResponderEliminarLiberdade nenhuma, sinto-me presa a isto do consumismo do natal. Apesar de adorar o natal, porque acho que é uma ocasião para se estar com se gosta.
ResponderEliminarNão me refiro ao consumismo mas sim ao sentimento de conforto que traz.
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